Três revistas do IFSC melhoram sua avaliação pela Capes

PESQUISA Data de Publicação: 20 fev 2026 15:35 Data de Atualização: 20 fev 2026 16:11

Três revistas do IFSC melhoraram seus índices na última avaliação feita pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A Caminho Aberto – Revista de Extensão do IFSC obteve a classificação A3, enquanto a EJA em Debate obteve classificação A4 e a RTC – Revista Técnico-Científica do IFSC recebeu a qualificação B1.

Já a Revista Eletrônica Ciências da Administração e Turismo – Recat, também do IFSC, manteve o seu índice anterior, B3.

Essas classificações dizem respeito ao quadriênio 2021-2024, o último em que a Capes vai usar o índice “Qualis Periódicos” - a partir do quadriênio 2025-2028 será adotada uma nova metodologia, que vai focar na classificação dos artigos publicados e não mais no periódico. 

Na opinião do coordenador de Publicações do IFSC, Eli Lopes da Silva, o aprimoramento da classificação da revista representa um marco significativo no percurso editorial do periódico, evidenciando que as ações implementadas nos últimos anos — como o fortalecimento das políticas editoriais, a qualificação do processo de avaliação por pares, a regularidade das publicações e a ampliação do alcance científico — produziram resultados concretos e reconhecidos institucionalmente.

“Esse avanço funciona, portanto, como um parâmetro objetivo de que a revista evoluiu em termos de qualidade, organização e compromisso com as boas práticas da comunicação científica”, destaca.

Eli comenta, ainda, que o resultado não é um “ponto de chegada”, mas sim um indicativo de trajetória positiva em um contexto de transição no sistema de avaliação dos periódicos científicos. 

“Diante do chamado ‘fim do Qualis’ como referência central para os periódicos científicos, torna-se ainda mais estratégico que cada revista concentre seus esforços na consolidação de critérios que tendem a assumir maior relevância nos novos modelos avaliativos, tais como transparência editorial, adoção de práticas de ciência aberta, impacto social da produção científica, internacionalização, diversidade de autoria e rigor metodológico dos trabalhos publicados”, afirma.

Conheça as revistas avaliadas

A revista Caminho Aberto é uma publicação interdisciplinar voltada à comunicação científica com foco em projetos e ações de extensão. De fluxo contínuo, compreende a extensão como um processo educativo e um instrumento de articulação das instituições de ensino com os diversos atores da sociedade. Recebe artigos científicos e relatos de experiência inéditos.

-> Acesse a página da Caminho Aberto 

Já a revista EJA em Debate é um periódico científico de publicação eletrônica semestral e tem como objetivo disponibilizar conteúdos relativos à educação de jovens e adultos. 

-> Acesse a página da EJA em Debate

A RTC - Revista Técnico Científica do IFSC é uma publicação interdisciplinar on-line que visa divulgar a produção técnico-científica, estando aberta à contribuição de pesquisadores de outras entidades de ensino e pesquisa. 

-> Acesse a página da RTC - Revista Técnico-Científica do IFSC

Por fim, a Revista Eletrônica Ciências da Administração e Turismo – Recat tem como objetivo fomentar a produção e a disseminação do conhecimento em administração e turismo, tendo como público-alvo a comunidade empresarial do setor - administradores, executivos, consultores, executivos de alta e média gerência – e acadêmicos – professores, pesquisadores e estudantes de Administração e Turismo.

-> Acesse a página da Revista Eletrônica Ciências da Administração e Turismo - Recat

Portal de Periódicos

O Portal do Periódicos do IFSC é um espaço destinado às publicações institucionais, como as revistas citadas anteriormente, produções mais recentes, como a Revista de Educação a Distância, e anais de eventos.

-> Acesse o Portal de Periódicos do IFSC

“Incentivamos fortemente a submissão de trabalhos de pesquisadores de diferentes instituições, regiões e contextos acadêmicos, entendendo que essa diversidade fortalece o diálogo científico, amplia o alcance da revista e contribui para evitar aquilo que, no âmbito da editoria científica, chamamos de endogenia”, diz o coordenador Eli Lopes.

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